Projecto Curricular de Turma 2010/2011

No presente ano lectivo - 2010/2011 - o nosso Projecto Curricular de Turma é Descobrir Lisboa.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Lisboa, O Castelo de S. Jorge, Outras Histórias e Aprendizagens...

A visita ao Castelo de S. Jorge, que estava planeada para hoje, devido às condições climatéricas foi adiada. Realizaremos a visita em breve e será muito interessante, pois durante esta semana já aprendemos vários factos históricos relativos ao Castelo. Naturalmente a visita irá complementar, enriquecer essas aprendizagens através das vivências, que proporcionará.

O que fizemos e aprendemos:
  • O Castelo de S. Jorge está localizado na Colina do Castelo e foi o local onde nasceu a cidade de Lisboa.

  • A sua construção e a sua localização foram definidas pela função a que todos os castelos se destinavam - ser um espaço em que os seus habitantes pudessem ter uma visão alargada da cidade, ser de difícil acesso e, consequentemente, ser um local protector e de defesa para a população contra possíveis ataques de inimigos.
  • No local do castelo viveram povos como os Fenícios, Romanos e Árabes (tal como já aprendemos durante a visita ao Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros, estes povos ocuparam a nossa cidade em épocas distintas, deixando os seus vestígios).
  • D. Afonso Henriques era filho de D. Teresa e de D. Henrique (1109 - 1185), conquistou o Castelo de S. Jorge ao mouros (1147) e foi conhecido como o Conquistador, porque conquistou uma grande parte do território português.
Conhecemos novas palavras:

Catapulta - arma feita em madeira que os atacantes usavam para lançar enormes pedras para o interior do castelo ou contra as suas muralhas.




Ameias - intervalos existentes no cimo das muralhas e que dão o aspecto característico aos castelos.



Ponte levadiça - ponte de madeira à entrada do castelo que sobe em caso de perigo, criando uma porta sólida e fechando o castelo.






(Fotos recolhidas na net)


Hoje aprendemos que:

Nos castelos os seus senhores para se entreterem jogavam jogos de tabuleiro, manejavam a espada, realizavam festas / banquetes. As senhoras faziam bordados, rendas. Os camponeses trabalhavam arduamente na agricultura e criavam animais para a subsistência de todos.

O espaço habitacional, as habitações, o vestuário, o modo de viajar e transportar na época de D. Afonso Henriques eram muito diferentes do que existe nosso tempo.

A forma de os pintores se expressarem, no espaço temporal mais próximo ao de D. Afonso Henriques, era também muito diferente da dos pintores da actualidade, por exemplo nas cores, nos materiais utilizados e os temas representados.


De modo a poder ilustrar e contextualizar, de forma simples e explícita, todas as informações transmitidas às crianças, estas tiveram acesso a livros com conteúdos informativos e livros de índole recreativa. Por isso, como exemplo e de acordo com as intenções pedagógicas subjacentes, as crianças escutaram a história e observaram as ilustrações do livro Um Rapaz Chamado Giotto. Um conto de Paolo Guarnieri, Ilustrado por Bimba Landmann.Edição Livros Horizonte.

«Trata-se de uma belíssima biografia do pintor italiano Giotto, nascido pobre e pastor de ovelhas, mas encontrando em Cimabue um mestre que lhe ensina a arte da pintura, em Florença, e, assim, o leva a produzir tanta obra de génio, como os frescos consagrados a São Francisco. A bela particularidade deste livro é que as suas ilustrações imitam, com talento, o estilo de Giotto, tão singular. O texto exíguo não deixa, todavia, de fixar o essencial da vida do pintor.»(http://www.leitura.gulbenkian.pt/)





Sinopse - Há séculos atrás, um pastorinho desenhava as suas ovelhas na areia e nas pedras. Hoje todos o conhecem como Giotto

Para além de ser considerado “Uma Obra de Arte ”, este livro levou-nos à descoberta de Giotto e Cimabue. Dois pintores italianos muito importantes. E consequentemente aprendemos um pouco de História da Pintura.


Giotto (Giotto di Bondone, c. 1267 – 8.1.1337) nasceu em Itália, Florença.
Giotto é considerado o Pai da Pintura Ocidental.

Foto de uma das obras de Giotto (recolhida na net).






Nossa Senhora e o Menino, talvez de 1320/1330, 85x62cm

Cimabue – Cenni di Peppi c. 1240 – c. 1302 – foi o artista mais famoso que trabalhou em Florença no séc.XIII. Foi um dos pintores italianos, que participou na decoração do interior da Basílica de Assis. Teve um papel muito importante na evolução da pintura ocidental. Cimabue é tradicionalmente considerado o professor de Giotto.


Foto de uma das pinturas de Cimabue (recolhida na net).




Maestá, 1280-85, 386x225.

Depois as crianças, em grupos de três, pintaram em cartolinas de dimensões grandes com diversas cores onde se incluiu o dourado, por ser uma das cores muito utilizadas nas obras de Giotto e nas ilustrações do livro Um Rapaz Chamado Giotto. Cada grupo de crianças planeou em conjunto o que desejava pintar e em seguida, com muito entusiasmo, lançaram mãos à obra e a nossa sala ficou repleta de lindíssimas pinturas. Nos seus trabalhos as crianças representaram castelos, D. Henrique, D. Teresa, D. Afonso Henriques, uma parede com um quadro semelhante ao do quarto do Giotto (no livro da história contada).


Uma das crianças com contas coloridas também criou o «seu» D. Afonso Henriques com coroa, capa, escudo e espada. Aqui está ele





Outra criou a «sua» coroa





Outras crianças fizeram o crocodilo com o apoio da imagem e da base adequada para o efeito (inspirados na história O Pequeno Príncipe e a Grande Caçada ao Dragão onde também existem crocodilos).






Apesar de não termos ido hoje ao castelo, conhecemos um novo livro, realizámos várias aprendizagens e, com muita alegria, produzimos trabalhos belíssimos.

As fotos...




A Princesa, o Castelo e D. Afonso Henriques.


D. Henrique, D. Teresa e D. Afonso Henriques no Castelo.



D. Teresa, D. Henrique e D. Afonso Henriques.





A parede do quarto de Giotto e o Castelo de S. Jorge.


D. Teresa - a mãe de D. Afonso Henriques - no jardim e o Castelo de S. Jorge.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O Pequeno Príncipe e a Grande Caçada ao Dragão


Para iniciar as aprendizagens sobre castelos, de uma forma lúdica, foi contada a história:


O Pequeno Príncipe e a Grande Caçada ao Dragão.
Nesta história o príncipe vive no castelo com os seus pais - o rei e a raínha - e existe um dragão, que tira ursinhos de peluche. Desta vez tirou o ursinho ao príncipe, por isso o príncipe teve de procurar a caverna do dragão, para recuperar o seu querido urso.

Hoje Aprendemos uma Canção


Aprendemos a Canção:

No Alto da Montanha

No alto da montanha
Pertinho lá no céu,
Havia uma castelinho
Aonde o rei viveu!
De lá se via o céu
Se via a terra, ao longe o mar
No alto da montanha
Quem dera lá morar!




Este vídeo serve para quem não conhece a música da canção. Contudo a letra ensinada e aprendida é a que está escrita, pois no vídeo existem ligeiras alterações na letra desta canção, de Joseph Bovet ( Le vieux chalet), traduzida para a nossa língua.

Joseph Bovet compositor e maestro suíço n. 07 outubro 1879 Sâles - f. 10 fevereiro 1951 Clarens.



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dia de Reis

Hoje, a finalizar a quadra natalícia, para celebrar o Dia de Reis usámos as nossas coroas de reis, cantámos canções alusivas ao dia, comemos bolo-rei com os amigos das outras salas, vimos e escutámos numa apresentação em Powerpoint uma história de Natal, onde os Três Reis Magos podem ser vistos a dar as suas oferendas ao Menino Jesus. Aqui fica essa história, que foi partihada pela educadora Juca Sousa (de Viana do Castelo). A Vida e a Educação do ser humano tornam-se muito mais ricas quando existe a partilha de bons momentos de convívio, canções, histórias...


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Chuva - Poesia

É Inverno, estamos em Janeiro, temos um dia de chuva e mais uma belíssima poesia da excelente escritora Luísa Ducla Soares (nascida em Lisboa).


CHUVA


Cai a chuva, ploc, ploc
corre a chuva, ploc, ploc
como um cavalo a galope.

Enche a rua, plás, plás
esconde a lua, plás, plás
e leva as folhas atrás.

Risca os vidros, truz, truz
molha os gatos, truz, truz
e até apaga a luz.

Parte as flores, plim, plim
maça a gente plim, plim
parece não ter mais fim.

Mas então, plão, plão
é que os peixes vêm ver
que está o mar a crescer
e então, plão, plão
saltam para fora do mar
e pelo ar vão a nadar
plão, plão, plão.

Luísa Ducla Soares
"A Gata Tareca e Outros Poemas Levados da Breca"




As crianças escutaram hoje esta poesia, que nos transmite diferentes sonoridades imitando o som da chuva a cair com muita intensidade. As crianças apreciaram a poesia e, em conjunto, conseguiram entender a mensagem deste texto.

(As apreciações das crianças sobre esta linda poesia serão publicadas brevemente)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O Dia de Reis

Depois do Natal, do Ano Novo aproxima-se, agora, o Dia de Reis. Por isso, as crianças tiveram oportunidade de escutar a história do Reis Magos e a Lenda do Bolo-rei.




História dos reis Magos



O Dia de Reis celebra-se a 6 de Janeiro.

Assinala a data em que os três Reis Magos (Gaspar, Belchior - ou Melchior - e Baltasar) foram visitar a dar oferendas ao Menino Jesus.

Deram-lhe ouro, incenso e mirra.

Em alguns países, especialmente nos países hispânicos, é tradição dar as prendas (de Natal) às crianças neste dia.

Em Portugal nesta altura cantam-se as Janeiras e come-se bolo-rei.





Lenda do Bolo-rei


Quando os Reis Magos foram visitar o Menino Jesus, perto da gruta onde estava o menino, os Reis Magos tiveram uma discussão para saber qual deles seria o primeiro a oferecer os presentes.

Um artesão que por ali passava assistiu à conversa e propôs uma solução para o problema, de maneira a ficarem todos satisfeitos. O artesão resolveu fazer um bolo e meter uma fava na massa. Depois de cozido repartiu o bolo em três partes e aquele a quem saísse a fava seria o primeiro a oferecer os presentes ao Menino.

Assim ficou conhecido pelo nome de Bolo-rei e como tinha sido feito para escolher um rei passou a usar-se como doce de Natal.

Dizem que a côdea do bolo simboliza o ouro, as frutas simbolizam a mirra e o aroma, o incenso.


(Lenda recolhida em:http://www.coolkids.guarda.pt/)



É claro que isto é só uma lenda, historicamente falando, a versão é bem diferente

O Bolo-rei terá, aliás, surgido em França no tempo de Luis XIV para as festas do Ano Novo e Dia de Reis. Embora conste, que na época romana existisse um bolo idêntico a este.



Tanto quanto se sabe, a primeira casa onde se vendeu Bolo-rei em Portugal foi em Lisboa na Confeitaria Nacional, por volta do ano de 1870, bolo esse feito pelo afamado confeiteiro Gregório através duma receita que Baltazar Castanheiro Júnior trouxera de Paris.



Durante a Quadra Natalícia a Confeitaria Nacional oferecia aos lisboetas uma exposição de tudo quanto de mais delicado e original a arte dos doces podia então produzir. A pouco e pouco, outras confeitarias também passaram a fabricá-lo o que deu origem a várias versões, que se espalharam por todo o país, nascendo, assim, esta doce tradição.

(Informações recolhidas no Jornal das Caldas ON-LINE, é só clicar e poderá conhecer melhor a Lenda e a Tradição do Bolo-rei)





A Confeitaria Nacional em Lisboa



(Fotos recolhidas na internet)



Iniciámos a decoração das nossas coroas, para celebrar o Dia de Reis e brincar ...



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Feliz Natal

Já só faltam quatro dias para o Natal.


O Fado é a música tradicional de Lisboa. Através da grande Amália Rodrigues, nascida em Lisboa, aqui fica um belo fado de Natal e os votos da Sala Arco-íris de um
Feliz Natal





Amália Rodrigues (letra) / Carlos Gonçalves (música)

Vi o Menino Jesus


Vi o Menino Jesus
Que bonito que ele vinha
Trazia estrelas de luz
Ou eram brincos que tinha

Cabelos de seda tinha
Deu-lhos Nossa Senhora
Com pezinhos de andorinha
Andava pelo céu fora

Nossa Senhora
Meu roseiral
Enchei de rosas
Este Natal

Dois passarinhos azuis
Nos seus olhos lhe vi eu
Voando descendo à terra
Cantando voando ao céu

Lá vai uma lá vão duas
Três estrelinhas brilhando
Anda o Menino Jesus
À roda delas brincando
Nossa Senhora
Meu roseiral
Enchei de rosas
Este Natal

Vi o Menino Jesus
Seus olhos são estrelinhas
Suas mãos sinal da cruz
Seus pezinhos andorinhas

Andam as nuvens ligeiras
E as estrelas no céu
A dizer umas às outras
O meu menino é meu
Nossa Senhora
Meu roseiral
Enchei de rosas
Este Natal

Para o escutar basta clicar em Vi o Menino Jesus


As crianças da Sala Arco-Íris já tiveram oportunidade de escutar este fado e algumas até já cantam algumas partes do mesmo.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A Ternura do Natal com os Ursinhos Forever Friends

Natal

Uma Poesia de Natal de Luísa Ducla Soares, que as crianças escutaram...



Dia de Natal


Hoje é dia de Natal
Mas o menino Jesus
Nem sequer tem uma cama,
Dorme na palha onde o pus.

Recebi cinco brinquedos
Mais um casaco comprido.
Pobre menino Jesus,
Faz anos e está despido.

Comi bacalhau e bolos,
Peru, pinhões e pudim.
Só ele não comeu nada
Do que me deram a mim.

Os reis de longe trazem
Tesouros,incenso e mirra.
Se me dessem tais presentes,
Eu cá fazia uma birra.

Às escondidas de todos
Vou pegar-lhe pela mão
E sentá-lo no meu colo
Para ver televisão.


Que poema lindo, simples e belo, que nos transmite tanto das nossas tradições e ainda nos remete para as vivências da infância na quadra natalícia.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Visita de Estudo ao Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros (parte 1)

Hoje aprendemos que:

- Há muitos, muitos, muitos anos alguns Povos ocuparam e habitaram a cidade de Lisboa. Foram acontecimentos, que ocorreram em épocas anteriores à Fundação de Portugal como, por exemplo: a ocupação Romana (Império Romano - proveniente de Roma na Península Itálica - Itália) e a ocupação Árabe (povo proveniente do norte de África).

- D. Afonso Henriques foi o fundador de Portugal e conquistou Lisboa aos mouros.

Consultámos o mapa do mundo, para localizar Lisboa (a capital do nosso país), Portugal Continental e Ilhas, o Norte de África e Itália (Roma).

Objectivo:

Preparar a nossa Visita de Estudo, que ocorrerá na segunda-feira (dia 22-11), onde poderemos conhecer algumas das marcas deixadas por essas civilizações.



Aqui ficam algumas informações gerais e dois vídeos sobre as duas exposições, que visitaremos no Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros.

A História do Sítio

Próximo do Arco da Rua Augusta, a ocupar quase por inteiro um quarteirão pombalino da baixa de Lisboa, situa-se um edifício do Millennium bcp.

Entre 1991 e 1995, no decorrer das obras de remodelação aí efectuadas, a perfuração do pavimento pôs a descoberto estruturas arqueológicas de civilizações que, ao longo dos tempos, habitaram Lisboa.

Pelas suas características únicas - aí se podem percorrer 2.500 anos da História de Lisboa - este espaço, agora designado Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros (NARC), sendo um espaço do Millennium bcp, é também património da Cidade e mesmo do País, entendendo-se que, como tal, deve ser acessível ao público em geral.


Exposição "Ossos que contam História" é uma nova área expositiva, que de forma pedagógica, enriquece e apresenta fragmentos da história do Homem e dos animais, "contada" por ossos de animais recuperados no decurso de escavações arqueológicas realizadas na área actualmente ocupada pelo NARC.

Além dos vestígios arqueológicos de um peixe tão importante na alimentação dos olisiponenses durante a ocupação romana, em exposição estarão também as ânforas que fizeram chegar a todos os pontos do império romano as conservas de peixe e a popular pasta de sardinha.



O NARC



Exposição "Ossos que contam História"





Também poderá aceder ao vídeo clicando em NARC (Parte 2 - publicação editada a 16/05/2015 - Em 2010/11/22 _ Foi Hoje que realizámos a Visita de Estudo ao Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros, tal como tínhamos planeado.

Durante a visita as crianças manifestaram muito interesse sobre o que observavam e escutavam através da guia, que nos acompanhou durante a visita. Por vezes, a guia colocava questões sobre o que estava a ser explicado e observado. As crianças tiveram uma participação activa, respondendo acertadamente a muitas das várias perguntas,que, gradualmente íam sendo feitas.

Para além de interessante, de termos aprendido muitas coisas, percorremos a cave do edfício do NARC, onde se encontram os vestígios de Feníncios, Romanos e Árabes foi uma verdadeira aventura.)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Aves em Lisboa

Vamos conhecer alguns exemplos de aves, que habitam em Lisboa.

São imagens do site avesdeportugal.info


Toutinegra-de-barrete-preto



Um par de toutinegras comendo uma maçã.



Melro Preto




Melros no comedouro.


Pardal




Dois Pardais no comedouro.


Chapim azul no comedouro


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Dia do Pão por Deus

Como modo de celebrar o Pão por Deus realizámos o lanche, em que as crianças da salas Arco-Íris e Azul conviveram e partilharam com alegria as suas oferendas.




Durante amanhã:

  • Junto de grupos de outras sala visionámos e escutámos em powerpoint histórias alusivas às bruxas, pois na nossa sociedade também convivemos com o Halloween.





  • A Sala Arco - Íris colocou o Doce de Abóbora, que confeccionámos, em frasquinhos. Guardámos um para cada menino levar para casa e poder partilhar o delicioso sabor com a sua família.





    A Receita do nosso

    DOCE DE ABÓBORA

    Ingredientes:
    1 Kg de abóbora amarela sem casca nem pevides
    500g de açúcar
    Raspa de 1 laranja
    1 Pau de canela

    Preparação:
    Deita-se dentro de uma panela a abóbora, sem casca, nem pevides e cortada em pedaços pequenos. Junta-se-lhe o açúcar, a raspa de laranja e o pau de canela. Mexe-se para misturar tudo e leva-se a lume brando para cozer lentamente.
    De vez em quando mexe-se com uma colher de pau (cuidado porque tem tendência a salpicar), para não pegar ao fundo e deixa-se atingir o ponto de estrada (quando se deita um pouco de doce num prato e ao passar com a colher de pau, forma-se uma "estrada").
    Retira-se do lume e deixa-se arrefecer, deita-se dentro de frascos. É óptimo servido com nozes
    .







    Partilhámos também um pouco desta delícia com as outras salas da nossa instituição, oferecendo uma embalagem com um pouco de doce (a cada sala).






  • Objectivos:

  • Transmitir e viver as nossas tradições.
  • Promover as relações inter-pessoais.

    No final do dia como surpresa as crianças tiveram um colar com um boneco (alusivo ao Halloween) e um pacotinho com doces.





  • sexta-feira, 1 de outubro de 2010

    1 de Outubro - Dia Mundial da Música

    Hoje para assinalar o Dia Mundial da Música foi lido um texto de Maria Alberta Menéres, que aqui fica:


    Que Grande Festa!
    Nunca ninguém viu
    uma orquestra
    como esta!
    O avô Caetano
    a tocar piano
    o senhor Rufino
    a tocar violino
    a tia Henriqueta
    a tocar pandeireta
    o menino João
    a tocar violão
    os gémeos torcatos
    a baterem pratos
    a bisavó Bia
    a tocar bateria
    a mãe Policarpa
    sempre a tocar harpa
    e o primo Luís
    a tocar no nariz!
    Nunca ninguém viu
    uma orquetra
    como esta!
    O tio Crispim
    a tocar bandolim
    a senhora Arlete
    a tocar clarinete
    o doutor Marcelo
    a tocar violoncelo
    a menina Ivone
    a tocar saxofone
    o pai Serafim
    a tocar cornetim
    o senhor António
    a tocar harmónio
    o bisavô Zé
    a reger o salsifré
    e a prima Aninhas
    a tocar às campainhas!


    Descobrimos sonoridades semelhantes no final das palavras - as rimas; descobrimos quantos «bocadinhos» (silabas) tem a palavra assinalada.

    O Objectivo foi facilitar a aquisição da consciência fonológica

    Estratégias: Escutar / Pronunciar as duas palavras a comparar; executar
    batimentos para cada palavra, de acordo com a sua constituição silábica (descobrir quantos «bocadinhos» tem uma palavra, ex. bandolim -Ban do lim - 3 bocadinhos (silabas) / 3 batimentos).

    Sensibilizando, igualmente, para as semelhanças sonoras das palavras, ex. Bandolim e Crispim


    E para conheceres os instrumentos musicais, que são nomeados no texto Que Grande Festa, poderás observar este albúm de fotos.




    Os Instrumentos - Álbum constituído por fotos retiradas da Web