Projecto Curricular de Turma 2010/2011

No presente ano lectivo - 2010/2011 - o nosso Projecto Curricular de Turma é Descobrir Lisboa.
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sábado, 16 de maio de 2015

D. Maria I uma rainha de Lisboa






A rainha D. Maria I - filha do rei D. José I - mandou construir a Basílica da Estrela e esta foi mais uma descoberta sobre Lisboa.



Basílica da Estrela - "Em 1760, a princesa herdeira D. Maria Francisca, futura rainha D. Maria I, fez um voto no dia do seu casamento de que no caso de ter um filho varão, que veio a nascer em 1761, procederia à construção de um convento para as religiosas Carmelitas Descalças.

Em 1777, após a morte de D. José I, D. Maria I escolheu o local conhecido por Casal da Estrela, propriedade da Casa do Infantado, para a construção da basílica e chamou Mateus Vicente de Oliveira para a projectar, cuja planta é aprovada em 1779.
Porém, em Março de 1785, com a morte de Mateus Vicente, Reinaldo Manuel introduziu algumas alterações no projecto do seu antecessor, e de uma igreja que inicialmente se apresentava sóbria e simples resultou um edifício mais elaborado e ornamentado à semelhança do Convento de Mafra.

É uma das mais brilhantes realizações do Barroco tardio, com inclusão de elementos já neoclássicos. A Basílica da Estrela é o próprio panteão da D. Maria I, a única rainha da Dinastia de Bragança que não está sepultada no Mosteiro de São Vicente de Fora."

http://www.guiadacidade.pt/portugal/poi/14016/11/basilica-da-estrela


(2011/01/26)

Porque Chove?

Foi a experiência, que fizemos (Março, 2011).


Ciclo da Água


Relembrar e Entender melhor o Ciclo da Água.

Vídeo sobre o Ciclo da Água











Conhecer os estados em que podemos encontrar a Água na naturaza - Líquido - Sólido - Gasoso.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Hoje Visitámos o Museu Nacional dos Coches


Breve Historial do Museu

O Museu Nacional dos Coches está instalado no edifício do antigo picadeiro real de Belém, construído em finais do século XVIII, em estilo neoclássico, com projecto do arquitecto italiano Giacomo Azzolini. Foi criado e inaugurado pela rainha D. Amélia de Orleáns e Bragança, no dia 23 de Maio de 1905, com uma colecção de 29 veículos da Casa Real, fardamentos, arreios e acessórios de cavalaria.




Rainha D. Amélia




A colecção foi aumentando pelo que em 1944 foi inaugurado um novo salão de exposição. Em 1984 um acordo com o Paço Ducal de Vila Viçosa permitiu criar um anexo onde foram expostos mais 72 veículos até aí em reserva.




Pudemos observar e aprender alguns aspectos sobre Coches, Berlindas, Liteiras, Cadeirinhas, por exemplo:


As Berlindas devem o seu nome ao facto de terem vindo de Berlim, são mais altas do que os Coches, necessitando por isso de um degrau.


Berlinda




Coche




Carruagem




Coches e Berlindas eram ricamente decorados a ouro e de acordo com o género da pessoa a que se destinavam. Para uma senhora as decorações apresentavam temáticas mais femininas como flores, para um homem e de acordo com a sua condição e estatuto social existiam decorações / símbolos associados ao poder como águias e leões.


Coches, Berlindas e Carruagens eram puxadas por cavalos.

As Liteiras eram puxadas por mulas.



Liteira



As cadeirinhas eram puxadas por 2 a 4 homens.




Cadeirinha




Assistimos também a um Teatrinho de sombras chinesas

“A princesa Beringela” - Trata-se da história de uma linda princesa aprisionada numa torre de um castelo por uma bruxa e vigiada por um dragão que vai ser derrotado por um valente príncipe que a leva de coche para um final feliz...



















terça-feira, 3 de maio de 2011

Hoje é o Dia Internacional do Sol

De modo a concretizar a curiosidade e o interesse das crianças, em adquirir mais conhecimentos sobre os planetas e outros aspectos inerentes ao nosso Sistema Solar, assinalámos a data, que hoje se comemora 3 de Maio - Dia Internacional do Sol.


Conversámos sobre:

Os benefícios do mesmo para o ser humano e de toda a natureza;

Os cuidados a ter com o mesmo, por exemplo evitar a exposição solar em horas de calor mais intenso, utilizar chapeú, protector solar...

O Planeta Terra o seu movimento à volta do sol (movimento de translação) e o o movimento sobre si mesmo (movimento de rotação - o Dia / a Noite).

O nome e a posição dos planetas relativamente ao sol.

O que é um cometa - definição dada por uma das crianças do grupo.

Algumas imagens do livro que consultámos.




As crianças verbalizaram o desejo de continuar a explorar este tema.

Aqui fica um pequeno filme sobre o tema.


quinta-feira, 24 de março de 2011

A Fragata D.Fernando II e Glória

Hoje ficámos a conhecer um pouco da história desta fragata, pois amanhâ iremos a Cacilhas, para realizar uma visita de estudo a este navio-museu.


Como museu vivo, a Fragata "D.Fernando II e Glória" tem o apetrechamento próprio de um veleiro do séc. XIX e a reconstituição de cenas da vida de bordo dessa época.






A Fragata D. Fernando II e Glória foi o último grande navio que os estaleiros do antigo Arsenal Real de Marinha de Damão construíram para a marinha Portuguesa.

A viagem inaugural, de Goa para Lisboa, teve lugar em 1845, com largada a 2 de Fevereiro e chegada ao Tejo a 4 de Julho. Durante os 33 anos em que navegou, percorreu cerca de 100 mil milhas, correspondentes a quase cinco voltas ao mundo.

No século XX, em meados dos anos 40, não estando já em condições de ser utilizada pela Marinha, iniciou uma nova fase da sua vida, passando a servir como sede da "Obra Social da Fragata D. Fernando", criada para recolher rapazes oriundos de familias de fracos recursos económicos, que ali recebiam instrução escolar e treino de marinharia.

Em Abril de 1963, foi destruída em grande parte por um incêndio, tendo permanecido ao longo de três décadas "encalhada" no Mar da Palha.





Foi depois recuperada, tendo os trabalhos ficado concluídos em 1998, para os quais a Câmara Municipal de Almada contribuiu financeiramente, além de muitas outras entidades.


A Fragata recebeu o nome de "D.Fernando II e Glória", não só em homenagem a D.Fernando Saxe Coburgo Gota,marido da Rainha D.Maria II,mas também por ter sido entregue à protecção de Nossa Senhora da Glória, de especial devoção entre os goeses.



D.Fernando II




Informações colhidas em:

terça-feira, 22 de março de 2011

Como Funcionam as Barragens

Ontem visitámos um Departamento de Hidráulica para aprender como funcionam as barragens e qual a sua utilidade. Aprendemos, que algumas servem para produzir energia hídrica - energia produzida a partir da água - e outras destinam-se ao abastecimento de água das nossas casas. A energia hídrica obtém-se através do aproveitamento do movimento das águas, que movimentam mecanismos no interior da barragem. Os mesmos são ligados a geradores, que convertem a energia do movimento em energia eléctrica. Antes de realizarmos a visita visualizámos este pequeno filme e algumas imagens, para adquirirmos alguns conhecimentos sobre as barragens. Deste modo ficámos mais receptivos quanto ao que pudemos observar e aprender.




Esquema transversal de uma barragem


Esquema de um Gerador / Turbina de uma Barragem Hidroeléctrica



(Imagens recolhidas em http://www.portal-energia.com/)



Hoje relembrámos o que gostámos / aprendemos com esta visita de estudo:

- A Barragem do Rio Tua serve para produzir energia.

- A energia serve para ligar: os candeeiros à noite; os electrodomésticos e mover transportes como o comboio, o eléctrico e alguns carros.

- O Rio Tua vai juntar-se ao rio Douro (onde desagua).

- Estes rios situam-se no norte de Portugal.

- As barragens têm comportas, que regulam a saída da água.

- As barragens servem para armazenamento de água em lugares em que há seca.



O Rio Tua
O Mapa dos Rios de Portugal


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A Visita ao Museu Nacional do Traje

O Museu Nacional do Traje (Foto retirada da internet)
A nossa visita ao Museu Nacional do Traje foi dirigida especialmente ao Período Romântico - século XIX - no domínio do vestuário, da música (por ex. a Valsa), dos salões, dos bailes...



Uma Crinolina e Vestidos


Neste contexto aprendemos novas palavras como:

Traje - é roupa.

Crinolinas - eram armações usadas sob as saias para lhes conferir volume. Eram inicialmente feitas artesanalmente, com crinas de cavalo trançadas (vem daí o seu nome) mas, a partir de 1855 passaram a ser produzidas pela indústria, utilizando tirantes e finos arames de aço.





Espartilho - peça do vestuário feminino que tem como objectivo reduzir a cintura e manter o tronco direito, era usado a partir dos 4 anos.




Visitámos também o jardim, que foi um espaço muito utilizado por Almeida Garrett (n. Porto 1799 - m. Lisboa 1854) comemorando-se precisamente hoje o aniversário do seu nascimento - 04 de Fevereiro.


Almeida Garrett

O Jardim possui variadíssimas espécies de plantas, algumas aves como patos-reais e pombos, esculturas, uma pequena cascata... As crianças apreciaram bastante este espaço verde, especialmente os patos-reais e as esculturas.


A Cascata


Patos-reais

Escultura


Em grupo planeámos fazer desenhos sobre a nossa visita e enviar por e-mail fotos dos mesmos para o Museu.


Nota: As imagens da crinolina, do espartilho e de Garrett foram retiradas da internet.
As restantes fotografias foram tiradas por nós, durante a nossa visita ao museu.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Visita ao Museu Nacional do Traje

No próximo dia 4 de Fevereiro iremos visitar O Museu Nacional do Traje,
com o objectivo de conhecer o vestuário de outros tempos. No caso concreto será O Período Romântico - século XIX.






As fotos deste álbum destinam-se a dar uma pequena noção do espólio do Museu Nacional do Traje, abrangem um pouco dos séculos XVII a XX e foram recolhidas no site: http://www.matriznet.imc-ip.pt/

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Hoje fomos ao Castelo de S. Jorge

As fotos, da nossa visita ao Castelo de S. Jorge, podem ser visualizadas clicando em Castelo


O Castelo de S. Jorge


Estátua de D. Afonso Henriques

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Lisboa, O Castelo de S. Jorge, Outras Histórias e Aprendizagens...

A visita ao Castelo de S. Jorge, que estava planeada para hoje, devido às condições climatéricas foi adiada. Realizaremos a visita em breve e será muito interessante, pois durante esta semana já aprendemos vários factos históricos relativos ao Castelo. Naturalmente a visita irá complementar, enriquecer essas aprendizagens através das vivências, que proporcionará.

O que fizemos e aprendemos:
  • O Castelo de S. Jorge está localizado na Colina do Castelo e foi o local onde nasceu a cidade de Lisboa.

  • A sua construção e a sua localização foram definidas pela função a que todos os castelos se destinavam - ser um espaço em que os seus habitantes pudessem ter uma visão alargada da cidade, ser de difícil acesso e, consequentemente, ser um local protector e de defesa para a população contra possíveis ataques de inimigos.
  • No local do castelo viveram povos como os Fenícios, Romanos e Árabes (tal como já aprendemos durante a visita ao Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros, estes povos ocuparam a nossa cidade em épocas distintas, deixando os seus vestígios).
  • D. Afonso Henriques era filho de D. Teresa e de D. Henrique (1109 - 1185), conquistou o Castelo de S. Jorge ao mouros (1147) e foi conhecido como o Conquistador, porque conquistou uma grande parte do território português.
Conhecemos novas palavras:

Catapulta - arma feita em madeira que os atacantes usavam para lançar enormes pedras para o interior do castelo ou contra as suas muralhas.




Ameias - intervalos existentes no cimo das muralhas e que dão o aspecto característico aos castelos.



Ponte levadiça - ponte de madeira à entrada do castelo que sobe em caso de perigo, criando uma porta sólida e fechando o castelo.






(Fotos recolhidas na net)


Hoje aprendemos que:

Nos castelos os seus senhores para se entreterem jogavam jogos de tabuleiro, manejavam a espada, realizavam festas / banquetes. As senhoras faziam bordados, rendas. Os camponeses trabalhavam arduamente na agricultura e criavam animais para a subsistência de todos.

O espaço habitacional, as habitações, o vestuário, o modo de viajar e transportar na época de D. Afonso Henriques eram muito diferentes do que existe nosso tempo.

A forma de os pintores se expressarem, no espaço temporal mais próximo ao de D. Afonso Henriques, era também muito diferente da dos pintores da actualidade, por exemplo nas cores, nos materiais utilizados e os temas representados.


De modo a poder ilustrar e contextualizar, de forma simples e explícita, todas as informações transmitidas às crianças, estas tiveram acesso a livros com conteúdos informativos e livros de índole recreativa. Por isso, como exemplo e de acordo com as intenções pedagógicas subjacentes, as crianças escutaram a história e observaram as ilustrações do livro Um Rapaz Chamado Giotto. Um conto de Paolo Guarnieri, Ilustrado por Bimba Landmann.Edição Livros Horizonte.

«Trata-se de uma belíssima biografia do pintor italiano Giotto, nascido pobre e pastor de ovelhas, mas encontrando em Cimabue um mestre que lhe ensina a arte da pintura, em Florença, e, assim, o leva a produzir tanta obra de génio, como os frescos consagrados a São Francisco. A bela particularidade deste livro é que as suas ilustrações imitam, com talento, o estilo de Giotto, tão singular. O texto exíguo não deixa, todavia, de fixar o essencial da vida do pintor.»(http://www.leitura.gulbenkian.pt/)





Sinopse - Há séculos atrás, um pastorinho desenhava as suas ovelhas na areia e nas pedras. Hoje todos o conhecem como Giotto

Para além de ser considerado “Uma Obra de Arte ”, este livro levou-nos à descoberta de Giotto e Cimabue. Dois pintores italianos muito importantes. E consequentemente aprendemos um pouco de História da Pintura.


Giotto (Giotto di Bondone, c. 1267 – 8.1.1337) nasceu em Itália, Florença.
Giotto é considerado o Pai da Pintura Ocidental.

Foto de uma das obras de Giotto (recolhida na net).






Nossa Senhora e o Menino, talvez de 1320/1330, 85x62cm

Cimabue – Cenni di Peppi c. 1240 – c. 1302 – foi o artista mais famoso que trabalhou em Florença no séc.XIII. Foi um dos pintores italianos, que participou na decoração do interior da Basílica de Assis. Teve um papel muito importante na evolução da pintura ocidental. Cimabue é tradicionalmente considerado o professor de Giotto.


Foto de uma das pinturas de Cimabue (recolhida na net).




Maestá, 1280-85, 386x225.

Depois as crianças, em grupos de três, pintaram em cartolinas de dimensões grandes com diversas cores onde se incluiu o dourado, por ser uma das cores muito utilizadas nas obras de Giotto e nas ilustrações do livro Um Rapaz Chamado Giotto. Cada grupo de crianças planeou em conjunto o que desejava pintar e em seguida, com muito entusiasmo, lançaram mãos à obra e a nossa sala ficou repleta de lindíssimas pinturas. Nos seus trabalhos as crianças representaram castelos, D. Henrique, D. Teresa, D. Afonso Henriques, uma parede com um quadro semelhante ao do quarto do Giotto (no livro da história contada).


Uma das crianças com contas coloridas também criou o «seu» D. Afonso Henriques com coroa, capa, escudo e espada. Aqui está ele





Outra criou a «sua» coroa





Outras crianças fizeram o crocodilo com o apoio da imagem e da base adequada para o efeito (inspirados na história O Pequeno Príncipe e a Grande Caçada ao Dragão onde também existem crocodilos).






Apesar de não termos ido hoje ao castelo, conhecemos um novo livro, realizámos várias aprendizagens e, com muita alegria, produzimos trabalhos belíssimos.

As fotos...




A Princesa, o Castelo e D. Afonso Henriques.


D. Henrique, D. Teresa e D. Afonso Henriques no Castelo.



D. Teresa, D. Henrique e D. Afonso Henriques.





A parede do quarto de Giotto e o Castelo de S. Jorge.


D. Teresa - a mãe de D. Afonso Henriques - no jardim e o Castelo de S. Jorge.