Projecto Curricular de Turma 2010/2011

No presente ano lectivo - 2010/2011 - o nosso Projecto Curricular de Turma é Descobrir Lisboa.

quinta-feira, 24 de março de 2011

A Fragata D.Fernando II e Glória

Hoje ficámos a conhecer um pouco da história desta fragata, pois amanhâ iremos a Cacilhas, para realizar uma visita de estudo a este navio-museu.


Como museu vivo, a Fragata "D.Fernando II e Glória" tem o apetrechamento próprio de um veleiro do séc. XIX e a reconstituição de cenas da vida de bordo dessa época.






A Fragata D. Fernando II e Glória foi o último grande navio que os estaleiros do antigo Arsenal Real de Marinha de Damão construíram para a marinha Portuguesa.

A viagem inaugural, de Goa para Lisboa, teve lugar em 1845, com largada a 2 de Fevereiro e chegada ao Tejo a 4 de Julho. Durante os 33 anos em que navegou, percorreu cerca de 100 mil milhas, correspondentes a quase cinco voltas ao mundo.

No século XX, em meados dos anos 40, não estando já em condições de ser utilizada pela Marinha, iniciou uma nova fase da sua vida, passando a servir como sede da "Obra Social da Fragata D. Fernando", criada para recolher rapazes oriundos de familias de fracos recursos económicos, que ali recebiam instrução escolar e treino de marinharia.

Em Abril de 1963, foi destruída em grande parte por um incêndio, tendo permanecido ao longo de três décadas "encalhada" no Mar da Palha.





Foi depois recuperada, tendo os trabalhos ficado concluídos em 1998, para os quais a Câmara Municipal de Almada contribuiu financeiramente, além de muitas outras entidades.


A Fragata recebeu o nome de "D.Fernando II e Glória", não só em homenagem a D.Fernando Saxe Coburgo Gota,marido da Rainha D.Maria II,mas também por ter sido entregue à protecção de Nossa Senhora da Glória, de especial devoção entre os goeses.



D.Fernando II




Informações colhidas em:

terça-feira, 22 de março de 2011

Os nossos Desenhos sobre a Visita a um Departamento de Hidráulica

É só clicar em desenhos, para visualizar o que desenhámos sobre a nossa visita a um departamento de hidráulica.



Como Funcionam as Barragens

Ontem visitámos um Departamento de Hidráulica para aprender como funcionam as barragens e qual a sua utilidade. Aprendemos, que algumas servem para produzir energia hídrica - energia produzida a partir da água - e outras destinam-se ao abastecimento de água das nossas casas. A energia hídrica obtém-se através do aproveitamento do movimento das águas, que movimentam mecanismos no interior da barragem. Os mesmos são ligados a geradores, que convertem a energia do movimento em energia eléctrica. Antes de realizarmos a visita visualizámos este pequeno filme e algumas imagens, para adquirirmos alguns conhecimentos sobre as barragens. Deste modo ficámos mais receptivos quanto ao que pudemos observar e aprender.




Esquema transversal de uma barragem


Esquema de um Gerador / Turbina de uma Barragem Hidroeléctrica



(Imagens recolhidas em http://www.portal-energia.com/)



Hoje relembrámos o que gostámos / aprendemos com esta visita de estudo:

- A Barragem do Rio Tua serve para produzir energia.

- A energia serve para ligar: os candeeiros à noite; os electrodomésticos e mover transportes como o comboio, o eléctrico e alguns carros.

- O Rio Tua vai juntar-se ao rio Douro (onde desagua).

- Estes rios situam-se no norte de Portugal.

- As barragens têm comportas, que regulam a saída da água.

- As barragens servem para armazenamento de água em lugares em que há seca.



O Rio Tua
O Mapa dos Rios de Portugal


sexta-feira, 11 de março de 2011

Aprendemos uma Rima Infantil


O Senhor Capitão

O Senhor Capitão
Vai a bordo do navio,
dá-lhe o vento
dá-lhe o frio:
- Que arrepio!
-Que arrepio!
Aaaatchim!!




(in, Sementes de Música para bebés e crianças. FERRÃO, Ana Maria, RODRIGUES, Paulo Ferreira. Editorial Caminho 2008)




(Ilustração de Madalena Matoso para o Livro Sementes de Música)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A Cantar e a Dançar desenvolvemos a Noção de Lateralidade






Aqui vai a letra da canção" Vem que eu vou te ensinar " da cantora brasileira XUXA. Esta letra ajuda as crianças a relembrarem algumas noções matemáticas, sobretudo a lateralidade.



Mão direita na frente
mão direita atrás
mão direita na frente
e mexendo sem parar.
Roda, roda , roda
e não saia do lugar
vem que eu vou te ensinar.


Mão esquerda na frente

mão esquerda atrás
mão esquerda na frente
e mexendo sem parar.
Roda, roda e não saia do lugar
vem que eu vou te ensinar.


Ombro direito na frente
ombro direito atrás
ombro direito na frente
e mexendo sem parar.
Roda, roda, roda
e não saia do lugar
vem que eu vou te ensinar.


Ombro esquerdo na frente

ombro esquerdo atrás
ombro esquerdo na frente
e mexendo sem parar
roda, roda, roda
e não saia do lugar
vem que eu vou te ensinar.


Põe a barriga para frente
a barriga para trás
a barriga para frente
e mexendo sem parar
roda, roda, roda
e não saia do lugar
vem que eu vou te ensinar


Pé direito na frente

pé direito atrás
pé direito na frente
e mexendo sem parar
roda, roda, roda
e não saia do lugar
vem que eu vou te ensinar.


Pé esquerdo na frente
pé esquerdo atrás
pé esquerdo na frente
e mexendo sem parar
roda, roda, roda
e não saia do lugar
vem que eu vou te ensinar.


Põe a cabeça na frente

a cabeça atrás
a cabeça na frente
e mexendo sem parar

roda, roda, roda e não saia do lugar
vem que eu vou te ensinar.



Hoje esta canção foi apresentada / cantada ao grupo. Algumas das crianças já a conhecem bem e todas demonstraram gosto em cantá-la.

Amanhã iremos cantar e dançar com esta canção, pois a cantar e a dançar desenvolvemos a noção de Lateralidade.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Por Falar em Almeida Garrett ...

...no Museu Nacional do Traje, surgiu um bom pretexto, para dar a conhecer às crianças um belo poema desta grande personalidade da cultura portuguesa.


Pescador da Barca Bela


Pescador da barca bela,
Onde vais pescar com ela,
Que é tão bela,
Oh pescador?

Não vês que a última estrela
No céu nublado se vela?
Colhe a vela,
Oh pescador!

Deita o lanço com cautela,
Que a sereia canta bela...
Mas cautela,
Oh pescador!

Não se enrede a rede nela,
Que perdido é remo e vela
Só de vê-la,
Oh pescador!

Pescador da barca bela,
Ainda é tempo, foge dela,
Foge dela,
Oh pescador!



Poesia de Almeida Garrett



Hoje as crianças da Sala Arco-Íris tiveram oportunidade de escutar o texto e em seguida aprenderam a cantar este poema, musicado com uma linda melodia de Teresa Silva Carvalho, que também o cantou com a sua excelente voz, como se pode constatar no vídeo adicionado. As crianças mostraram muito interesse e adoraram cantar este poema de Garrett.


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A Visita ao Museu Nacional do Traje

O Museu Nacional do Traje (Foto retirada da internet)
A nossa visita ao Museu Nacional do Traje foi dirigida especialmente ao Período Romântico - século XIX - no domínio do vestuário, da música (por ex. a Valsa), dos salões, dos bailes...



Uma Crinolina e Vestidos


Neste contexto aprendemos novas palavras como:

Traje - é roupa.

Crinolinas - eram armações usadas sob as saias para lhes conferir volume. Eram inicialmente feitas artesanalmente, com crinas de cavalo trançadas (vem daí o seu nome) mas, a partir de 1855 passaram a ser produzidas pela indústria, utilizando tirantes e finos arames de aço.





Espartilho - peça do vestuário feminino que tem como objectivo reduzir a cintura e manter o tronco direito, era usado a partir dos 4 anos.




Visitámos também o jardim, que foi um espaço muito utilizado por Almeida Garrett (n. Porto 1799 - m. Lisboa 1854) comemorando-se precisamente hoje o aniversário do seu nascimento - 04 de Fevereiro.


Almeida Garrett

O Jardim possui variadíssimas espécies de plantas, algumas aves como patos-reais e pombos, esculturas, uma pequena cascata... As crianças apreciaram bastante este espaço verde, especialmente os patos-reais e as esculturas.


A Cascata


Patos-reais

Escultura


Em grupo planeámos fazer desenhos sobre a nossa visita e enviar por e-mail fotos dos mesmos para o Museu.


Nota: As imagens da crinolina, do espartilho e de Garrett foram retiradas da internet.
As restantes fotografias foram tiradas por nós, durante a nossa visita ao museu.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Visita ao Museu Nacional do Traje

No próximo dia 4 de Fevereiro iremos visitar O Museu Nacional do Traje,
com o objectivo de conhecer o vestuário de outros tempos. No caso concreto será O Período Romântico - século XIX.






As fotos deste álbum destinam-se a dar uma pequena noção do espólio do Museu Nacional do Traje, abrangem um pouco dos séculos XVII a XX e foram recolhidas no site: http://www.matriznet.imc-ip.pt/

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Hoje fomos ao Castelo de S. Jorge

As fotos, da nossa visita ao Castelo de S. Jorge, podem ser visualizadas clicando em Castelo


O Castelo de S. Jorge


Estátua de D. Afonso Henriques

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Lisboa, O Castelo de S. Jorge, Outras Histórias e Aprendizagens...

A visita ao Castelo de S. Jorge, que estava planeada para hoje, devido às condições climatéricas foi adiada. Realizaremos a visita em breve e será muito interessante, pois durante esta semana já aprendemos vários factos históricos relativos ao Castelo. Naturalmente a visita irá complementar, enriquecer essas aprendizagens através das vivências, que proporcionará.

O que fizemos e aprendemos:
  • O Castelo de S. Jorge está localizado na Colina do Castelo e foi o local onde nasceu a cidade de Lisboa.

  • A sua construção e a sua localização foram definidas pela função a que todos os castelos se destinavam - ser um espaço em que os seus habitantes pudessem ter uma visão alargada da cidade, ser de difícil acesso e, consequentemente, ser um local protector e de defesa para a população contra possíveis ataques de inimigos.
  • No local do castelo viveram povos como os Fenícios, Romanos e Árabes (tal como já aprendemos durante a visita ao Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros, estes povos ocuparam a nossa cidade em épocas distintas, deixando os seus vestígios).
  • D. Afonso Henriques era filho de D. Teresa e de D. Henrique (1109 - 1185), conquistou o Castelo de S. Jorge ao mouros (1147) e foi conhecido como o Conquistador, porque conquistou uma grande parte do território português.
Conhecemos novas palavras:

Catapulta - arma feita em madeira que os atacantes usavam para lançar enormes pedras para o interior do castelo ou contra as suas muralhas.




Ameias - intervalos existentes no cimo das muralhas e que dão o aspecto característico aos castelos.



Ponte levadiça - ponte de madeira à entrada do castelo que sobe em caso de perigo, criando uma porta sólida e fechando o castelo.






(Fotos recolhidas na net)


Hoje aprendemos que:

Nos castelos os seus senhores para se entreterem jogavam jogos de tabuleiro, manejavam a espada, realizavam festas / banquetes. As senhoras faziam bordados, rendas. Os camponeses trabalhavam arduamente na agricultura e criavam animais para a subsistência de todos.

O espaço habitacional, as habitações, o vestuário, o modo de viajar e transportar na época de D. Afonso Henriques eram muito diferentes do que existe nosso tempo.

A forma de os pintores se expressarem, no espaço temporal mais próximo ao de D. Afonso Henriques, era também muito diferente da dos pintores da actualidade, por exemplo nas cores, nos materiais utilizados e os temas representados.


De modo a poder ilustrar e contextualizar, de forma simples e explícita, todas as informações transmitidas às crianças, estas tiveram acesso a livros com conteúdos informativos e livros de índole recreativa. Por isso, como exemplo e de acordo com as intenções pedagógicas subjacentes, as crianças escutaram a história e observaram as ilustrações do livro Um Rapaz Chamado Giotto. Um conto de Paolo Guarnieri, Ilustrado por Bimba Landmann.Edição Livros Horizonte.

«Trata-se de uma belíssima biografia do pintor italiano Giotto, nascido pobre e pastor de ovelhas, mas encontrando em Cimabue um mestre que lhe ensina a arte da pintura, em Florença, e, assim, o leva a produzir tanta obra de génio, como os frescos consagrados a São Francisco. A bela particularidade deste livro é que as suas ilustrações imitam, com talento, o estilo de Giotto, tão singular. O texto exíguo não deixa, todavia, de fixar o essencial da vida do pintor.»(http://www.leitura.gulbenkian.pt/)





Sinopse - Há séculos atrás, um pastorinho desenhava as suas ovelhas na areia e nas pedras. Hoje todos o conhecem como Giotto

Para além de ser considerado “Uma Obra de Arte ”, este livro levou-nos à descoberta de Giotto e Cimabue. Dois pintores italianos muito importantes. E consequentemente aprendemos um pouco de História da Pintura.


Giotto (Giotto di Bondone, c. 1267 – 8.1.1337) nasceu em Itália, Florença.
Giotto é considerado o Pai da Pintura Ocidental.

Foto de uma das obras de Giotto (recolhida na net).






Nossa Senhora e o Menino, talvez de 1320/1330, 85x62cm

Cimabue – Cenni di Peppi c. 1240 – c. 1302 – foi o artista mais famoso que trabalhou em Florença no séc.XIII. Foi um dos pintores italianos, que participou na decoração do interior da Basílica de Assis. Teve um papel muito importante na evolução da pintura ocidental. Cimabue é tradicionalmente considerado o professor de Giotto.


Foto de uma das pinturas de Cimabue (recolhida na net).




Maestá, 1280-85, 386x225.

Depois as crianças, em grupos de três, pintaram em cartolinas de dimensões grandes com diversas cores onde se incluiu o dourado, por ser uma das cores muito utilizadas nas obras de Giotto e nas ilustrações do livro Um Rapaz Chamado Giotto. Cada grupo de crianças planeou em conjunto o que desejava pintar e em seguida, com muito entusiasmo, lançaram mãos à obra e a nossa sala ficou repleta de lindíssimas pinturas. Nos seus trabalhos as crianças representaram castelos, D. Henrique, D. Teresa, D. Afonso Henriques, uma parede com um quadro semelhante ao do quarto do Giotto (no livro da história contada).


Uma das crianças com contas coloridas também criou o «seu» D. Afonso Henriques com coroa, capa, escudo e espada. Aqui está ele





Outra criou a «sua» coroa





Outras crianças fizeram o crocodilo com o apoio da imagem e da base adequada para o efeito (inspirados na história O Pequeno Príncipe e a Grande Caçada ao Dragão onde também existem crocodilos).






Apesar de não termos ido hoje ao castelo, conhecemos um novo livro, realizámos várias aprendizagens e, com muita alegria, produzimos trabalhos belíssimos.

As fotos...




A Princesa, o Castelo e D. Afonso Henriques.


D. Henrique, D. Teresa e D. Afonso Henriques no Castelo.



D. Teresa, D. Henrique e D. Afonso Henriques.





A parede do quarto de Giotto e o Castelo de S. Jorge.


D. Teresa - a mãe de D. Afonso Henriques - no jardim e o Castelo de S. Jorge.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O Pequeno Príncipe e a Grande Caçada ao Dragão


Para iniciar as aprendizagens sobre castelos, de uma forma lúdica, foi contada a história:


O Pequeno Príncipe e a Grande Caçada ao Dragão.
Nesta história o príncipe vive no castelo com os seus pais - o rei e a raínha - e existe um dragão, que tira ursinhos de peluche. Desta vez tirou o ursinho ao príncipe, por isso o príncipe teve de procurar a caverna do dragão, para recuperar o seu querido urso.

Hoje Aprendemos uma Canção


Aprendemos a Canção:

No Alto da Montanha

No alto da montanha
Pertinho lá no céu,
Havia uma castelinho
Aonde o rei viveu!
De lá se via o céu
Se via a terra, ao longe o mar
No alto da montanha
Quem dera lá morar!




Este vídeo serve para quem não conhece a música da canção. Contudo a letra ensinada e aprendida é a que está escrita, pois no vídeo existem ligeiras alterações na letra desta canção, de Joseph Bovet ( Le vieux chalet), traduzida para a nossa língua.

Joseph Bovet compositor e maestro suíço n. 07 outubro 1879 Sâles - f. 10 fevereiro 1951 Clarens.



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dia de Reis

Hoje, a finalizar a quadra natalícia, para celebrar o Dia de Reis usámos as nossas coroas de reis, cantámos canções alusivas ao dia, comemos bolo-rei com os amigos das outras salas, vimos e escutámos numa apresentação em Powerpoint uma história de Natal, onde os Três Reis Magos podem ser vistos a dar as suas oferendas ao Menino Jesus. Aqui fica essa história, que foi partihada pela educadora Juca Sousa (de Viana do Castelo). A Vida e a Educação do ser humano tornam-se muito mais ricas quando existe a partilha de bons momentos de convívio, canções, histórias...


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Chuva - Poesia

É Inverno, estamos em Janeiro, temos um dia de chuva e mais uma belíssima poesia da excelente escritora Luísa Ducla Soares (nascida em Lisboa).


CHUVA


Cai a chuva, ploc, ploc
corre a chuva, ploc, ploc
como um cavalo a galope.

Enche a rua, plás, plás
esconde a lua, plás, plás
e leva as folhas atrás.

Risca os vidros, truz, truz
molha os gatos, truz, truz
e até apaga a luz.

Parte as flores, plim, plim
maça a gente plim, plim
parece não ter mais fim.

Mas então, plão, plão
é que os peixes vêm ver
que está o mar a crescer
e então, plão, plão
saltam para fora do mar
e pelo ar vão a nadar
plão, plão, plão.

Luísa Ducla Soares
"A Gata Tareca e Outros Poemas Levados da Breca"




As crianças escutaram hoje esta poesia, que nos transmite diferentes sonoridades imitando o som da chuva a cair com muita intensidade. As crianças apreciaram a poesia e, em conjunto, conseguiram entender a mensagem deste texto.

(As apreciações das crianças sobre esta linda poesia serão publicadas brevemente)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O Dia de Reis

Depois do Natal, do Ano Novo aproxima-se, agora, o Dia de Reis. Por isso, as crianças tiveram oportunidade de escutar a história do Reis Magos e a Lenda do Bolo-rei.




História dos reis Magos



O Dia de Reis celebra-se a 6 de Janeiro.

Assinala a data em que os três Reis Magos (Gaspar, Belchior - ou Melchior - e Baltasar) foram visitar a dar oferendas ao Menino Jesus.

Deram-lhe ouro, incenso e mirra.

Em alguns países, especialmente nos países hispânicos, é tradição dar as prendas (de Natal) às crianças neste dia.

Em Portugal nesta altura cantam-se as Janeiras e come-se bolo-rei.





Lenda do Bolo-rei


Quando os Reis Magos foram visitar o Menino Jesus, perto da gruta onde estava o menino, os Reis Magos tiveram uma discussão para saber qual deles seria o primeiro a oferecer os presentes.

Um artesão que por ali passava assistiu à conversa e propôs uma solução para o problema, de maneira a ficarem todos satisfeitos. O artesão resolveu fazer um bolo e meter uma fava na massa. Depois de cozido repartiu o bolo em três partes e aquele a quem saísse a fava seria o primeiro a oferecer os presentes ao Menino.

Assim ficou conhecido pelo nome de Bolo-rei e como tinha sido feito para escolher um rei passou a usar-se como doce de Natal.

Dizem que a côdea do bolo simboliza o ouro, as frutas simbolizam a mirra e o aroma, o incenso.


(Lenda recolhida em:http://www.coolkids.guarda.pt/)



É claro que isto é só uma lenda, historicamente falando, a versão é bem diferente

O Bolo-rei terá, aliás, surgido em França no tempo de Luis XIV para as festas do Ano Novo e Dia de Reis. Embora conste, que na época romana existisse um bolo idêntico a este.



Tanto quanto se sabe, a primeira casa onde se vendeu Bolo-rei em Portugal foi em Lisboa na Confeitaria Nacional, por volta do ano de 1870, bolo esse feito pelo afamado confeiteiro Gregório através duma receita que Baltazar Castanheiro Júnior trouxera de Paris.



Durante a Quadra Natalícia a Confeitaria Nacional oferecia aos lisboetas uma exposição de tudo quanto de mais delicado e original a arte dos doces podia então produzir. A pouco e pouco, outras confeitarias também passaram a fabricá-lo o que deu origem a várias versões, que se espalharam por todo o país, nascendo, assim, esta doce tradição.

(Informações recolhidas no Jornal das Caldas ON-LINE, é só clicar e poderá conhecer melhor a Lenda e a Tradição do Bolo-rei)





A Confeitaria Nacional em Lisboa



(Fotos recolhidas na internet)



Iniciámos a decoração das nossas coroas, para celebrar o Dia de Reis e brincar ...



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Feliz Natal

Já só faltam quatro dias para o Natal.


O Fado é a música tradicional de Lisboa. Através da grande Amália Rodrigues, nascida em Lisboa, aqui fica um belo fado de Natal e os votos da Sala Arco-íris de um
Feliz Natal





Amália Rodrigues (letra) / Carlos Gonçalves (música)

Vi o Menino Jesus


Vi o Menino Jesus
Que bonito que ele vinha
Trazia estrelas de luz
Ou eram brincos que tinha

Cabelos de seda tinha
Deu-lhos Nossa Senhora
Com pezinhos de andorinha
Andava pelo céu fora

Nossa Senhora
Meu roseiral
Enchei de rosas
Este Natal

Dois passarinhos azuis
Nos seus olhos lhe vi eu
Voando descendo à terra
Cantando voando ao céu

Lá vai uma lá vão duas
Três estrelinhas brilhando
Anda o Menino Jesus
À roda delas brincando
Nossa Senhora
Meu roseiral
Enchei de rosas
Este Natal

Vi o Menino Jesus
Seus olhos são estrelinhas
Suas mãos sinal da cruz
Seus pezinhos andorinhas

Andam as nuvens ligeiras
E as estrelas no céu
A dizer umas às outras
O meu menino é meu
Nossa Senhora
Meu roseiral
Enchei de rosas
Este Natal

Para o escutar basta clicar em Vi o Menino Jesus


As crianças da Sala Arco-Íris já tiveram oportunidade de escutar este fado e algumas até já cantam algumas partes do mesmo.